As crianças fizeram os pirulitos utilizando papel crepom, montaram os palhacinhos e escreveram um texto com o título: "Se eu governasse o mundo..."
“Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.” Anônimo
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Amizade
Estou enviando uma plantinha para você.
Essa plantinha é chamada de AMIZADE!
Você deve regá-la dia após dia, com palavras de Carinho
e Sinceridade adubá-la com Respeito e Dedicação e
deixar que o sol do amanhecer ilumine e
aqueça suas raízes para que ela possa
crescer sempre forte e bonita!
Essa plantinha, quando nova aparenta pouca
importância, ou até mesmo sem vida.
Mas quando começa a crescer você percebe como
suas flores são lindas e suas raízes,
fortes e profundas... Por isso trate essa plantinha da amizade com muito
Amor e Carinho não deixando jamais
de adubá-la e regá-la.
POIS SE ISSO NÃO ACONTECER...
Ela poderá morrer, sem ao menos te dar a chance
de mostrar a essência mais linda que
essa planta possui...
A ESSÊNCIA DA VERDADEIRA AMIZADE!
Fonte: http://educadoracristinasouza.blogspot.com
Essa plantinha é chamada de AMIZADE!
Você deve regá-la dia após dia, com palavras de Carinho
e Sinceridade adubá-la com Respeito e Dedicação e
deixar que o sol do amanhecer ilumine e
aqueça suas raízes para que ela possa
crescer sempre forte e bonita!
Essa plantinha, quando nova aparenta pouca
importância, ou até mesmo sem vida.
Mas quando começa a crescer você percebe como
suas flores são lindas e suas raízes,
fortes e profundas... Por isso trate essa plantinha da amizade com muito
Amor e Carinho não deixando jamais
de adubá-la e regá-la.
POIS SE ISSO NÃO ACONTECER...
Ela poderá morrer, sem ao menos te dar a chance
de mostrar a essência mais linda que
essa planta possui...
A ESSÊNCIA DA VERDADEIRA AMIZADE!
Fonte: http://educadoracristinasouza.blogspot.com
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ótima matéria!
"Geração N": estamos criando jovens incapazes?
Autor norte-americano critica exagero dos pais em relação ao estímulo positivo dos filhos. O resultado? Uma geração de narcisistas
Rob Asghar, ensaísta e articulista norte-americano, aponta em um artigo recente no Huffington Post o surgimento do que ele chama de "geração N", formada por jovens narcisistas. Para ele, os pais norte-americanos, atormentados pela culpa por trabalhar muito ou por optar pelo divórcio, estão criando filhos sem limite algum. Inseguros, eles temem que o filho não goste deles, cedem a qualquer pedido das crianças e celebram toda e qualquer "conquista" do filho - até uma formatura de pré-escola.
O resultado é uma geração que se sente no direito de tudo, sem precisar trabalhar duro por nada. Rob cita uma pesquisa desenvolvida em conjunto pela San Diego State University e pela University of South Alabama, que concluiu que o narcisismo dos jovens norte-americanos cresceu nos últimos 15 anos - e que os Estados Unidos podem passar por problemas sociais quando estes jovens chegarem à idade adulta e assumirem cargos de poder.
O estudo, que envolveu dezenas de milhares de jovens universitários, detectou traços de "auto-respeito exagerado" e de um "infundado senso de merecimento". Alguns pesquisadores chegaram a afirmar que a crise econômica mundial recente, desengatilhada por decisões de alto risco, já seja um resultado do narcisismo da geração.
Para Maria Irene Maluf, especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial, esse cenário é comum aqui no Brasil também. Os pais que temem perder o amor dos filhos representam uma inversão absoluta de papéis. "Na minha época - eu tenho 57 anos e minha filha, 32 - eram os filhos que temiam perder o amor dos pais", contrapõe. Hoje, este temor influencia até na transmissão de valores.
Oprimidos pela culpa ou afundados no próprio narcisismo, os pais temem colocar limites em seus filhos e criam crianças que serão eternamente dependentes deles. Sem parâmetros claros, as crianças crescem sem valores: não sabem respeitar os pais, pois nunca ouviram uma repreensão simples como "enquanto uma pessoa fala, a outra escuta". Se alimentam mal e só comem quando querem, pois jamais os pais foram firmes e exigiram que ela se sentasse à mesa durante uma refeição. "Limite é a ética em ação", explica Maria Irene. "Pais e mães narcísicos criam fracos", resume.
Idade da influência
O psicólogo Caio Feijó, autor de "Pais Competentes, Filhos Brilhantes" (editora Novo Século), ressalta a importância do papel de pais e mães nas expectativas e na autoimagem da criança - e alerta que esse poder é limitado pelo tempo. "Os pais só têm uma influência grande sobre os filhos até antes da puberdade, por volta dos 10 ou 11 anos. Depois disso, vem o resultado", diz.
"Dependendo de como os pais conduzem essa influência, eles criarão expectativas nos filhos sobre o que eles podem ou não alcançar", continua. E o estímulo em excesso pode prejudicar tanto quanto chamar seu filho de "burro" ou de "inútil", especialmente quando este estímulo indica uma projeção - por exemplo, aquele pai que é dentista e sempre comenta que o filho "vai ser um dentista genial, igual ao papai", ou aquela mãe que sempre quis ser bailarina, mas não pôde estudar quando pequena, então matricula a filha em aulas diárias da dança, ainda que a menina não mostre o menor talento ou interesse pelas sapatilhas. "A superproteção traz consequências tão graves quanto o abandono", finaliza.
Características da "Geração N":
- Não têm noção de limite
- Acham que são merecedores de tudo
- Não sabem se esforçar para conseguir algo
- Não sabem como agir em situações adversas
- São criados por pais narcisistas, que competem entre si
- Não respeitam os outros
Fonte: Clarissa Passos, iG São Paulo
30/06/2010 09:32
http://delas.ig.com.br/filhos/geracao+n+estamos+criando+jovens+incapazes/n1237687814063.html
Autor norte-americano critica exagero dos pais em relação ao estímulo positivo dos filhos. O resultado? Uma geração de narcisistas
Rob Asghar, ensaísta e articulista norte-americano, aponta em um artigo recente no Huffington Post o surgimento do que ele chama de "geração N", formada por jovens narcisistas. Para ele, os pais norte-americanos, atormentados pela culpa por trabalhar muito ou por optar pelo divórcio, estão criando filhos sem limite algum. Inseguros, eles temem que o filho não goste deles, cedem a qualquer pedido das crianças e celebram toda e qualquer "conquista" do filho - até uma formatura de pré-escola.
O resultado é uma geração que se sente no direito de tudo, sem precisar trabalhar duro por nada. Rob cita uma pesquisa desenvolvida em conjunto pela San Diego State University e pela University of South Alabama, que concluiu que o narcisismo dos jovens norte-americanos cresceu nos últimos 15 anos - e que os Estados Unidos podem passar por problemas sociais quando estes jovens chegarem à idade adulta e assumirem cargos de poder.
O estudo, que envolveu dezenas de milhares de jovens universitários, detectou traços de "auto-respeito exagerado" e de um "infundado senso de merecimento". Alguns pesquisadores chegaram a afirmar que a crise econômica mundial recente, desengatilhada por decisões de alto risco, já seja um resultado do narcisismo da geração.
Para Maria Irene Maluf, especialista em Psicopedagogia e em Educação Especial, esse cenário é comum aqui no Brasil também. Os pais que temem perder o amor dos filhos representam uma inversão absoluta de papéis. "Na minha época - eu tenho 57 anos e minha filha, 32 - eram os filhos que temiam perder o amor dos pais", contrapõe. Hoje, este temor influencia até na transmissão de valores.
Oprimidos pela culpa ou afundados no próprio narcisismo, os pais temem colocar limites em seus filhos e criam crianças que serão eternamente dependentes deles. Sem parâmetros claros, as crianças crescem sem valores: não sabem respeitar os pais, pois nunca ouviram uma repreensão simples como "enquanto uma pessoa fala, a outra escuta". Se alimentam mal e só comem quando querem, pois jamais os pais foram firmes e exigiram que ela se sentasse à mesa durante uma refeição. "Limite é a ética em ação", explica Maria Irene. "Pais e mães narcísicos criam fracos", resume.
Idade da influência
O psicólogo Caio Feijó, autor de "Pais Competentes, Filhos Brilhantes" (editora Novo Século), ressalta a importância do papel de pais e mães nas expectativas e na autoimagem da criança - e alerta que esse poder é limitado pelo tempo. "Os pais só têm uma influência grande sobre os filhos até antes da puberdade, por volta dos 10 ou 11 anos. Depois disso, vem o resultado", diz.
"Dependendo de como os pais conduzem essa influência, eles criarão expectativas nos filhos sobre o que eles podem ou não alcançar", continua. E o estímulo em excesso pode prejudicar tanto quanto chamar seu filho de "burro" ou de "inútil", especialmente quando este estímulo indica uma projeção - por exemplo, aquele pai que é dentista e sempre comenta que o filho "vai ser um dentista genial, igual ao papai", ou aquela mãe que sempre quis ser bailarina, mas não pôde estudar quando pequena, então matricula a filha em aulas diárias da dança, ainda que a menina não mostre o menor talento ou interesse pelas sapatilhas. "A superproteção traz consequências tão graves quanto o abandono", finaliza.
Características da "Geração N":
- Não têm noção de limite
- Acham que são merecedores de tudo
- Não sabem se esforçar para conseguir algo
- Não sabem como agir em situações adversas
- São criados por pais narcisistas, que competem entre si
- Não respeitam os outros
Fonte: Clarissa Passos, iG São Paulo
30/06/2010 09:32
http://delas.ig.com.br/filhos/geracao+n+estamos+criando+jovens+incapazes/n1237687814063.html
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Disortografia
Simaia Sampaio
Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com os sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo. Porém, após estas séries, se as trocas ortográficas persistirem repetidamente, é importante que o professor esteja atento já que pode se tratar de uma disortografia.
A característica principal de um sujeito com disortografia são as confusões de letras, sílabas de palavras, e trocas ortográficas já conhecidas e trabalhadas pelo professor.
Caraterísticas:
- - Troca de letras que se parecem sonoramente: faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta.
- - Confusão de sílabas como: encontraram/encontrarão.
- - Adições: ventitilador.
- - Omissões: cadeira/cadera, prato/pato.
- - Fragmentações: en saiar, a noitecer.
- - Inversões: pipoca/picoca.
- - Junções: No diaseguinte, sairei maistarde.
Orientações:
Estimular a memória visual através de quadros com letras do alfabeto, números, famílias silábicas.
Não exigir que a criança escreva vinte vezes a palavra, pois isso de nada irá adiantar.
Não reprimir a criança e sim auxiliá-la positivamente.
Fonte: http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/disturbios.htm#Disgrafia
Simaia Sampaio
Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com os sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo. Porém, após estas séries, se as trocas ortográficas persistirem repetidamente, é importante que o professor esteja atento já que pode se tratar de uma disortografia.
A característica principal de um sujeito com disortografia são as confusões de letras, sílabas de palavras, e trocas ortográficas já conhecidas e trabalhadas pelo professor.
Caraterísticas:
- - Troca de letras que se parecem sonoramente: faca/vaca, chinelo/jinelo, porta/borta.
- - Confusão de sílabas como: encontraram/encontrarão.
- - Adições: ventitilador.
- - Omissões: cadeira/cadera, prato/pato.
- - Fragmentações: en saiar, a noitecer.
- - Inversões: pipoca/picoca.
- - Junções: No diaseguinte, sairei maistarde.
Orientações:
Estimular a memória visual através de quadros com letras do alfabeto, números, famílias silábicas.
Não exigir que a criança escreva vinte vezes a palavra, pois isso de nada irá adiantar.
Não reprimir a criança e sim auxiliá-la positivamente.
Fonte: http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/disturbios.htm#Disgrafia
PARA CASA – O EXERCÍCIO DO PODER
Cheguei mais cedo à escola. Resolvi andar pelos corredores quando deparei com a cena. Lá estava ela. Olhos esbugalhados, nariz vermelho, lágrimas rolando rosto abaixo. O lápis, neste momento, escorregadio de suor e lágrimas, enfiado entre os dedos nervosos pela pressa de ir embora e a vontade de fazer xixi, se encaixava nos sulcos do triângulo: polegar, indicador e médio.
Era uma situação de pânico. Ali sozinha entre quarenta carteiras e um quadro cheio de PARA CASA, com uma observação em letras garrafais: PARA AMANHÃ, SEM FALTA. A ansiedade, que tomava conta daquele coraçãozinho com apenas oito anos, tinha um tamanho desproporcional.
Aproximei-me:
_Oi!
Ela não ouviu, ou melhor, não percebeu minha presença. Havia diante de si apenas uma coisa: o obsessivo PARA CASA
Tentei mais uma vez:
_Olá! Está em apuros com o dever de casa?
Neste momento pude perceber minha insignificância naquele espaço ocupado por solidão, medo, ansiedade e o Para casa.
Parou por um instante, limpou o nariz, passou os olhos pela sala como se procurasse algo onde se agarrar (quem sabe a saia da mãe...quem sabe a mão da tia...), mas voltou logo. O Para casa estava lá. Repressor, punitivo, obrigatório, grande e difícil.
Indaguei bem baixinho:
_ Quer ajuda?
Foi exatamente nesta hora que aquela ingênua boca balbuciou:
_ A tia já foi. Todos foram embora, mas acho que estou de castigo. Só posso sair quando terminar de copiar o Para casa. A tia disse que eu sou mole, fico conversando com a Clarinha.
Não conteve o xixi. Foi seu primeiro instante de relaxamento, seguido das palavras:
_ Eu falei para a tia que não agüentava segurar mais e aí ela disse que eu só podia sair quando terminasse de copiar o Para casa. Ainda bem que eu já terminei. Agora é só copiar as respostas da Clarinha. Ela é minha vizinha e sua mãe é professora. Faz tudinho pra ela.
Fiz questão de acompanhá-la até o portão da escola, onde o irmão a esperava aflito. Despedimo-nos. Ela me agraciou com um sorriso e cochichou:
_ Não conta pra tia.
E eu perguntei:
_ O quê?
_ Que eu não gosto de Para casa. Se ela não souber, quando eu ficar conversando com a Clarinha, não vou precisar ficar copiando um Para casa tão grande.
Ela se foi e deixou-me na cabeça uma questão:
Qual é a verdadeira finalidade do Para casa no processo escolar?
Achei esse texto em uma antiga revista AMAE Educando.
Fica para nossa reflexão..."
Fonte:http://www.paixaodeeducar2.blogspot.com/
Era uma situação de pânico. Ali sozinha entre quarenta carteiras e um quadro cheio de PARA CASA, com uma observação em letras garrafais: PARA AMANHÃ, SEM FALTA. A ansiedade, que tomava conta daquele coraçãozinho com apenas oito anos, tinha um tamanho desproporcional.
Aproximei-me:
_Oi!
Ela não ouviu, ou melhor, não percebeu minha presença. Havia diante de si apenas uma coisa: o obsessivo PARA CASA
Tentei mais uma vez:
_Olá! Está em apuros com o dever de casa?
Neste momento pude perceber minha insignificância naquele espaço ocupado por solidão, medo, ansiedade e o Para casa.
Parou por um instante, limpou o nariz, passou os olhos pela sala como se procurasse algo onde se agarrar (quem sabe a saia da mãe...quem sabe a mão da tia...), mas voltou logo. O Para casa estava lá. Repressor, punitivo, obrigatório, grande e difícil.
Indaguei bem baixinho:
_ Quer ajuda?
Foi exatamente nesta hora que aquela ingênua boca balbuciou:
_ A tia já foi. Todos foram embora, mas acho que estou de castigo. Só posso sair quando terminar de copiar o Para casa. A tia disse que eu sou mole, fico conversando com a Clarinha.
Não conteve o xixi. Foi seu primeiro instante de relaxamento, seguido das palavras:
_ Eu falei para a tia que não agüentava segurar mais e aí ela disse que eu só podia sair quando terminasse de copiar o Para casa. Ainda bem que eu já terminei. Agora é só copiar as respostas da Clarinha. Ela é minha vizinha e sua mãe é professora. Faz tudinho pra ela.
Fiz questão de acompanhá-la até o portão da escola, onde o irmão a esperava aflito. Despedimo-nos. Ela me agraciou com um sorriso e cochichou:
_ Não conta pra tia.
E eu perguntei:
_ O quê?
_ Que eu não gosto de Para casa. Se ela não souber, quando eu ficar conversando com a Clarinha, não vou precisar ficar copiando um Para casa tão grande.
Ela se foi e deixou-me na cabeça uma questão:
Qual é a verdadeira finalidade do Para casa no processo escolar?
Achei esse texto em uma antiga revista AMAE Educando.
Fica para nossa reflexão..."
Fonte:http://www.paixaodeeducar2.blogspot.com/
quinta-feira, 3 de junho de 2010
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